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MÚSICA ANGOLANA:

MUINGULO LUTONADIO
,,MUINGUILO KIDILO - CHORA,,

O Discurso do Presidente da Oposição Angolana Verdadeira (FPA), João Mario.

JPA - CULTURA / MÚSICA

Porque os dirigentes criminosos do MPLA a gastar dinheiros para as putas brasileiras e putas portuguesas?

Angola tem maravilhosas e bonitas lindas mulheres do Mundo.
Os do governo do MPLA são os parvos Estrangeiros e tem medo nas mulheres angolanas. Por Francisco Pedro (Luanda).

,, LINDA ANGOLANA 2014,,

Mulheres africanas bonitas africanas, Belezas Angolanas, belas mulheres de Angola. (Beautiful angolan women angolan beauty african beautiful ladies ...): -  LINDA - ANGOLANA - 2014:

Dia 15 de Novembro de 2014.

A vencedora ganha 10 mil dólares e outro número 2 e 3 vao receber 3.000 usd dolares. Inscreva-se Concurso Linda Angolana 2014. Ainda temos vagas para o Concurso Linda Angolana 2014. Para se inscrever, é preciso ter entre 17 a 28 anos e nacionalidade Angolana.

Notícias da cultura angolana

Jornal do Povo Angolano - JPA -

Kuduro: Contribuição da cultura do povo Angolano ao mundo, que nem sempre é apreciada por alguns Angolanos. Por Joana Mingas (JPA - Angola)

Comissão da Mobilização do povo angolano (C.M.P.A.):

A Comissão da Mobilização do povo angolano (C.M.P.A.) e os grupos da Cultura realizam hoje, às 9h00, na Casa da Juventude, em Viana, um seminário sobre “O resgate dos valores morais, éticos, culturais e patrióticos no seio da juventude angolana”. FPA Angola Press (c)

Artistas plásticos recebem materiais de trabalho: O secretário da Representante do FPA na Europa, Miguel da Silva (FPA), garantiu no sábado, em Francforto, que vai chegar este ano ao país os materiais necessários para que artistas plásticos e criadores possam melhorar a qualidade dos seus trabalhos, para melhorar os seus trabalhos.FPA Angola Press ©.

Artistas angolanos mostram Angola em espectáculo de kuduro em Paris:
Os cantores angolanos Noite e Dia, The Game Walla, Agre G, Puto Português e Nacobeta são as principais referências do Festival Internacional de Kuduro, que se realiza, em 2012, em Paris, no Show Case Club, em Paris.

Os politicos do FPA, o povo e artistas angolanos contra a pirataria dos homens criminosos do MPLA e dos traidores da UNITA. O Vice-porta-voz do FPA, Senhor Manuel Rodrique afirmou ontem em Luanda que a pirataria constitui um mal que deve ser combatido por toda sociedade por desrespeitar o valor da propriedade intelectual alheia.

Tazuary Nkeita apresenta livro na feira de artes:

O livro “O Último Segredo”, de Tazuary Nkeita, está à venda desde ontem, a mil kwanzas, na Feira das Artes e da Cultura, que decorre na Praça da Independência, por ocasião das Festas do Dia da Cidade de Luanda, ontem assinalado.

Luanda - O Executivo da Oposição angolana verdadeira (FPA) continua a envidar esforços no sentido de incentivar cada vez mais a implementação das tecnologias ambientais, sobretudo no sector económico, para um futuro mais verde em Angola, afirmou hoje, sexta-feira, em Luanda, o secretário geral do Presidente do FPA, José Alberto.

Responsável da Cultura da Oposição angolana Verdadeira (FPA) pede apoio para os grupos carnavalescos angolanos:  “vamos distribuir para os nossos grupos carnavalescos”

Benfica - O chefe da Cultura da Oposição angolana Verdadeira (FPA), em Luanda, Luis Domingos, solicitou hoje, mais apoio para os grupos carnavalescos angolanos que vão desfilar este ano na edição provincial e na edição de angola.

Luis Domingos (FPA), em declarações à FPA Angola Press, afirmou que os grupos carnavalescos angolanos sem apoios no lado dos falsos angolanos do MPLA e no lado dos traidores da UNITA no regime politico da mafia no poder não conseguirão atingir os primeiros lugares na competição, porque é necessário levar-se alegorias, confeccionar indumentárias e os custos são altos. FPA Angola Press (c)


Cultura
Responsável da Cultura pede apoio para os grupos carnavalescos

Problemas sociais dos luandenses inspiram o tema de peça de teatro:
O colectivo de artes 1º de Maio estreia hoje, às 19h45, no palco da Liga Africana, em Luanda, a peça “Filhos de Luanda”, drama no qual as personagens analisam e discutem os problemas que afligem a capital angolana

http://www.fpa-angola.org

Cultura de Angola:

O continente africano é considerado como o berço da humanidade. O território do actual estado angolano, é habitado desde o Paleolítico Superior, como indica a presença dos numerosos vestígios desses povos recolectores dos quais se deve salientar a existência de numerosas pinturas rupestres que se espalham ao longo do território. Os seus descendentes, os povos Sam ou Khm, também conhecidos pela palavra bantu mukankala (escravo) foram empurrados pelos invasores posteriores, os bantu, para as areias do deserto do Namibe.

Jornal do Povo Angolano JPA Luanda: 919587810

Desde a Ocupação Portuguesa até hoje:
O continente africano é considerado como o berço da humanidade. O território do actual estado angolano, é habitado desde o Paleolítico Superior, como indica a presença dos numerosos vestígios desses povos recolectores dos quais se deve salientar a existência de numerosas pinturas rupestres que se espalham ao longo do território. Os seus descendentes, os povos Sam ou Khm, também conhecidos pela palavra bantu mukankala (escravo) foram empurrados pelos invasores posteriores, os bantu, para as areias do deserto do Namibe.

Apresento-vos o IMBONDEIRO, uma árvore que simboliza a africanidade. O imbondeiro é uma árvore mítica e mística, um verdadeiro símbolo de Angola e tantas vezes mencionada neste blogue e na minha poesia.

Imbondeiros ao por-do-sol

O imbondeiro é considerado uma árvore sagrada, inspirando poesias, ritos e lendas. Segundo uma antiga lenda africana, por exemplo, uma vez que um morto seja sepultado dentro de um imbondeiro, a sua alma irá viver enquanto a planta existir. Também se diz que a alma dos mortos se penduram nos seus ramos. Curiosamente, essa árvore tem uma vida muito longa, podendo chegar até seis mil anos. Só a sequóia e o cedro japonês podem competir com a longevidade do imbondeiro. Cabe salientar que esta planta foi amplamente divulgada no século XX, através da obra O Pequeno Príncipe, do escritor francês Antoine de Saint-Éxupery.

Tela de Neves e Sousa (Angola)

O seu nome científico é Adansonia Digitata, mas é também conhecida como Baobá Africano. O imbondeiro possui um tronco muito espesso na base, chegando a atingir até nove metros de diâmetro. O seu tronco vai-se estreitando em forma de cone e apresenta grandes protuberâncias. As folhas brotam entre os meses de julho e janeiro. Em geral, o imbondeiro floresce durante uma única noite, apenas, no período de maio a agosto. Durante as poucas horas da abertura das flores, os consumidores de néctares nocturnos - particularmente os morcegos -, procuram assegurar a polinização da planta.

Tudo no imbondeiro serve para a sobrevivência do ser humano. Vale ressaltar que esta árvore também se constitui em uma fonte preciosa de medicamentos. As suas folhas são ricas em cálcio, ferro, proteínas e lipídios, para além de serem usadas como um poderoso anti-diarreico e para combater febres e inflamações. Um pó feito de folhas secas vem sendo utilizado para combater a anemia, o raquitismo, a disenteria, o reumatismo, a asma, e é usado, ainda, como um tónico. Por Rui Mingas (JPA Luanda)

Jornal do Povo Angolano - História e Cultura de Angola

História
A história de Angola remonta ao período do paleolítico. Os vestígios de presença humana encontrados em algumas regiões, nomeadamente em Luanda, Congo e Namibe, comprovam que o território angolano é habitado desde a pré-história.

Nos primeiros 500 anos da era actual, as migrações de povos eram frequentes. Os povos instalaram-se e cruzaram-se pelo país. As lutas sucederam-se pela conquista de terras. Os portugueses, sob o comando de Diogo Cão, no reinado de D. João II, chegaram ao Zaire em 1484. Iniciaram, então, a conquista desta região de África, incluindo Angola.

A história enche-se de marcos importantes até à actualidade, com a colonização, a independência, obtida em 1975, e a guerra civil, que apenas teve fim em 2002, a assinalarem períodos chave da evolução do país.

Cultura
A riqueza cultural de Angola manifesta-se em diferentes áreas. No artesanato, destaca-se a variedade de materiais utilizados. Através de estatuetas em madeira, instrumentos musicais, máscaras para danças rituais, objectos de uso comum, ricamente ornamentados, pinturas a óleo e areia, é comprovada a qualidade artística angolana, patente em museus, galerias de arte e feiras. Associado às festas tradicionais promovidas por etnias locais está também um grande valor cultural.

A música anuncia a riqueza artística de Angola, com os ritmos do kizomba, semba, rebita, cabetula e os novos estilos, como o zouk e kuduro, a animar as noites africanas. As danças tradicionais assumem, paralelamente, particular relevância, a par da gastronomia rica e variada.

A literatura angolana tem origem no século XIX, com uma função marcadamente “intervencionista e panfletária de uma imprensa feita pelos nativos da terra” (Angola Digital). A literatura reflecte a riqueza cultural do país.

Em 1935, o romance “O segredo da morta”, de António Assis Júnior, atinge uma notoriedade significativa, assinalando um ano de viragem. No decorrer das décadas seguintes outras obras e autores se afirmam, contribuindo para a diversidade temática. Em Portugal, escritores como José Eduardo Agualusa fazem parte da moderna literatura de origem angolana. Outros nomes, como Ondjaki, integram a nova geração de escritores do país. Por Joana Mingas (Jornal do Povo Angolano)